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Descrição de DIANA MARIN
Ele estava sentado na beira da cama, ainda com a respiração presa no peito e os olhos tentando entender a tensão no ar. Diana entrou em silêncio, com passos felinos e olhos de deusa pagã. Usava apenas uma calcinha preta fina, daquela que não esconde nada — apenas adia.
Não sorriu.
Não perguntou se ele estava pronto.
Ela era o próprio ritual. E ele, o oferente.
Ajoelhou-se diante dele como quem se ajoelha diante do fogo. As mãos pousaram firmes nas coxas dele, subindo devagar, explorando o território com o cuidado cruel de quem sabe que é exatamente ali que o mundo começa a ruir.
Mas ela não tocou onde ele queria. Ainda não.
Com a língua, desenhou um caminho do umbigo à raiz. Encostava os lábios, soprava.
E ele? Já arfava, já se retorcia.
Então, Diana ergueu os olhos e falou, como se ditasse uma sentença:
— Hoje, você não vai gozar antes de eu te ver tremendo. Entendeu?
Ela queria ver ele implorar. Queria ver a boca dele dizer “por favor” sem som.
E conseguiu.
Só então o envolveu com a boca, quente, profunda, úmida. Engoliu devagar, até o fim. Depois, subiu fazendo estalo com a língua, segurando firme a base, deixando a cabeça pulsar sozinha. E na outra mão… o toque preciso no períneo, aquele ponto escondido onde mora o colapso.
O corpo dele enrijeceu, inteiro. Os olhos reviraram por segundos que pareciam eternos.
— Não goza, amor. Se gozar, eu paro.
Ele assentiu, vencido.
Diana então subiu nele como uma sacerdotisa sobe no altar.
Se encaixou devagar.
Rebolou como quem dança com o tempo.
O rosto dele entre seus seios, os dedos cravados em suas coxas, o gemido baixo… e ela, por cima, toda controle, toda vulcão.
Ela parava quando ele estava no auge. Beijava seu pescoço, sussurrava feitiços em forma de insultos doces. Arranhava. Dominava.
— Eu vou gozar em cima de você… e você só vai poder me seguir quando eu deixar.
E ele, entregue, esperava a liberação como um condenado espera o último beijo antes da morte.
Diana então desceu novamente. Com a boca. Com a língua. Com o dedo no ponto exato. Sugando. Pressionando. E, enfim, permitindo.
Ele gozou com o corpo todo. Não foi só um jorro — foi um abandono. Um alívio animalesco.
Ela sorriu.
Se deitou ao lado.
Puxou ele como se fosse seu — e era. Naquela noite, era.
E sussurrou, com a boca encostada no ouvido dele:
— Agora você entendeu o que é transar com Diana.
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